A cidade de São Paulo registrou o segundo caso importado de sarampo
Jornalista natural de Governador Valadares (MG), iniciou sua trajetória no...
O paciente é um homem de 42 anos, residente na Guatemala; o Centro de Vigilância Epidemiológica emitiu um alerta para intensificar o monitoramento

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou, na terça-feira (28), o segundo caso importado de sarampo na capital em 2026. O paciente é um homem de 42 anos, morador da Guatemala, que já havia sido vacinado.
A ocorrência foi registrada no fim de março e confirmada por exames laboratoriais. Antes disso, outro caso havia sido identificado: o de uma bebê de seis meses, sem vacinação, que esteve na Bolívia no início do ano.
Diante do cenário, o Centro de Vigilância Epidemiológica emitiu um alerta e iniciou medidas de controle, como rastreamento e acompanhamento de contatos por até 30 dias. Em 2025, o estado já havia registrado dois casos importados da doença.
O Ministério da Saúde reforça que segue monitorando a situação e destaca a importância da imunização, especialmente com o aumento do fluxo internacional de viajantes para eventos em países com surtos. Um exemplo é a Copa do Mundo, que será realizada entre junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá, locais que enfrentam registros da doença.
O sarampo é uma infecção altamente contagiosa, transmitida pelo ar por meio de tosse, espirros ou fala. Entre os sintomas estão febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse seca, irritação nos olhos e mal-estar.
A vacinação é a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente no SUS, com opções como as vacinas dupla, tríplice e tetra viral. A imunização é recomendada para pessoas de 12 meses a 59 anos, com esquemas que variam conforme a idade.
Crianças devem receber duas doses nos primeiros anos de vida, enquanto jovens e adultos precisam completar o esquema vacinal de acordo com a faixa etária. Profissionais de saúde devem ter duas doses comprovadas.