PIB do Brasil cresce 1,1% no primeiro trimestre e agropecuária lidera avanço da economia
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Resultado foi impulsionado principalmente pelo campo, enquanto indústria e serviços também registraram crescimento. Em 12 meses, economia brasileira acumula alta de 2%, segundo o IBGE
A economia brasileira começou 2026 em ritmo de crescimento. Dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Produto Interno Bruto (PIB), indicador que mede a soma de todas as riquezas produzidas no país, avançou 1,1% no primeiro trimestre do ano em comparação com os últimos três meses de 2025.
No período, o PIB brasileiro alcançou R$ 3,3 trilhões. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, a economia registrou crescimento de 1,8%.
O principal destaque foi a agropecuária, que apresentou expansão de 2,0% e liderou o desempenho entre os grandes setores econômicos. A indústria também teve resultado positivo, com alta de 1,0%, enquanto o setor de serviços cresceu 0,5%.
Dentro da indústria, os maiores avanços foram observados na extração mineral, que aumentou 3,6%, e na construção civil, com crescimento de 2,9%. Já entre os serviços, o segmento de informação e comunicação foi o que mais se destacou, registrando alta de 2,4%.
Considerando os últimos 12 meses encerrados em março de 2026, a economia brasileira acumula crescimento de 2,0%. Nesse período, a agropecuária também lidera o avanço, com expansão de 7,5%, seguida pelos serviços, que cresceram 1,8%, e pela indústria, com alta de 1,3%.
Pelo lado do consumo, as famílias brasileiras ampliaram seus gastos em 1,0% no primeiro trimestre. O consumo do governo cresceu 0,4%, enquanto os investimentos realizados por empresas e pelo setor público aumentaram 3,5% em relação ao trimestre anterior.
Apesar do avanço dos investimentos, a taxa de investimento da economia ficou em 16,5% do PIB, abaixo dos 17,6% registrados no mesmo período de 2025.
No comércio exterior, as exportações de bens e serviços recuaram 1,7% na comparação trimestral. Já as importações apresentaram crescimento de 4,4%, indicando maior demanda por produtos e serviços vindos do exterior.
Com informações da Agência Brasil e Jovem Pan News
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