Abono salarial: 3,2 mil trabalhadores ainda têm dinheiro para sacar em Minas
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Beneficiários têm até 30 de dezembro para retirar os valores referentes ao ano-base 2024; em todo o país, cerca de 70 mil parcelas ainda estão disponíveis
Cerca de 3,2 mil trabalhadores de Minas Gerais ainda não sacaram o abono salarial referente ao ano-base 2024. Segundo a Caixa Econômica Federal, os valores disponíveis no estado somam aproximadamente R$ 2,9 milhões e poderão ser retirados até 30 de dezembro de 2026.
Em todo o Brasil, ainda existem cerca de 70 mil parcelas disponíveis, que totalizam aproximadamente R$ 67,7 milhões. Ao longo deste ano, 22,8 milhões de trabalhadores já receberam o benefício, em um total de R$ 28,5 bilhões pagos.
Em Minas Gerais, 2,4 milhões de trabalhadores já foram contemplados, com aproximadamente R$ 3 bilhões liberados. O estado é o segundo com maior número de parcelas ainda não retiradas, atrás de São Paulo, que possui cerca de 9,4 mil parcelas disponíveis.
O abono salarial é um benefício anual de até um salário mínimo, que em 2026 corresponde a R$ 1.621. O pagamento é destinado a trabalhadores de baixa renda da iniciativa privada, vinculados ao Programa de Integração Social (PIS), e a servidores públicos inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).
Para ter direito ao benefício, é necessário estar inscrito no PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2024 e ter recebido, em média, até R$ 2.766 por mês naquele ano. Também é preciso que as informações do trabalhador tenham sido enviadas corretamente pelo empregador ao eSocial, sistema utilizado para registrar obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais.
O pagamento é feito, preferencialmente, por crédito em conta. Quando isso não é possível, o trabalhador pode sacar o dinheiro nos caixas eletrônicos e agências da Caixa, nas casas lotéricas ou nos Correspondentes Caixa Aqui, mediante apresentação de documento oficial de identificação. Trabalhadores da iniciativa privada recebem pela Caixa, enquanto servidores públicos recebem o benefício pelo Banco do Brasil.
Com informações do portal UAI e Diário do Comércio
Foto: ilustrativa