Militares mortos em queda de avião da PM são sepultados e cremados em Belo Horizonte
Jornalista | Radialista | Comunicador Multimídia -
Os três militares que morreram na queda de um avião da Polícia Militar de Minas Gerais, no Vale do Aço, receberam as últimas homenagens neste domingo (11), em Belo Horizonte. As tenentes Alice dos Santos Almeida e Gabriela Emília Soares Resende foram sepultadas, enquanto o corpo do tenente-coronel Luis Fernando Silvestre, piloto da aeronave, foi cremado. As cerimônias ocorreram no Cemitério Bosque da Esperança, na Região Norte da capital.
Familiares, amigos, colegas de trabalho e representantes das forças de segurança acompanharam a despedida. Os caixões foram conduzidos por militares da guarda fúnebre, em uma cerimônia marcada por honras militares. Foram realizados três disparos de salva, um em homenagem a cada vítima, seguidos pela entrega das bandeiras que cobriam os caixões às famílias e pelo toque de silêncio.
Após as homenagens, os corpos das duas tenentes seguiram para o sepultamento. O tenente-coronel Luis Fernando Silvestre foi cremado no fim da tarde.
Antes das cerimônias no cemitério, os três militares foram velados na Academia de Polícia Militar, no bairro Prado, na Região Oeste de Belo Horizonte. O governador de Minas Gerais, Matheus Simões, e o prefeito da capital, Álvaro Damião, estiveram presentes.
Os militares morreram na sexta-feira (9), quando o avião bimotor Pegasus 17 caiu nas proximidades do Aeroporto Regional do Vale do Aço, em Santana do Paraíso. A aeronave havia decolado do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, às 15h16, e chegou à região do aeroporto de destino às 16h02. A queda ocorreu em uma área próxima à cabeceira da pista.

Segundo a Polícia Militar, a tripulação realizava um voo de rechecagem de habilitação, procedimento periódico utilizado para avaliar as condições técnicas dos pilotos e manter suas autorizações para operar aeronaves.
A corporação informou que o avião estava com a manutenção em dia e havia passado por modernização e atualização de equipamentos. Também afirmou que os militares possuíam as habilitações necessárias para a atividade aérea.
As circunstâncias da queda ainda serão esclarecidas. A investigação ficará sob responsabilidade do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão encarregado de apurar os fatores que contribuíram para o acidente.
Com informações das Agências de Notícias / UOL / G1 e PMMG
Fotos: reprodução Redes Sociais